Eu canto sou força que esmaga não mente e consente Que sabe sorrir quando a hora de luta Sinal esperado meu peito rasgado é sinal de fé Eu grito sou vento poeira sou pó, ventania Gramado sem gente covarde, valente Soldado ou tenente depende da hora, o que eu cismo de ser Sou louco, poeta maldito moleque vadio, Moleque de pedra , de jogo de bola, de bola de meia, De sol goiabeira, de pó de quintal Enfim sou a mesma palavra num outro sentido Mero menestrel das angústias urbanas O louco quixote da realidade, da grande cidade o moinho a vencer
Compositor: Oswaldo Viveiros Montenegro (Oswaldo Montenegro) (UBC)ECAD verificado obra #1287523 em 01/Abr/2024 com dados da UBEM